Postagens, provas, notas, calendário, grade horária e comunicação entram numa camada só — e saem como a próxima ação para a família, para o aluno, para a coordenação e para o professor.
Postagem numa plataforma, recado num grupo, prova numa folha, nota numa planilha. Tudo verdadeiro, nada reunido.
A prova aparece na véspera, o trabalho aparece no dia. No dia seguinte, a ligação para a secretaria começa com “ninguém avisou”.
Quantas provas caem na mesma semana, quais turmas estão sobrecarregadas, o que já foi comunicado. A resposta existe — espalhada.
Não é automação genérica. São cinco decisões concretas, cada uma com um limite declarado.
“Entregar até sexta” escrito no corpo da postagem, ou uma data dentro de um PDF ou de uma imagem: o Sino lê e coloca no calendário.
Quando o texto se contradiz, ele não escolhe: manda para revisão humana e mostra “a confirmar”. Data errada é pior do que data nenhuma.
O Assistente do Sino responde sobre provas, tarefas e materiais daquele aluno, com a fonte do que afirma.
E diz quando não sabe. Não inventa data, não fala de outro aluno, não vai à internet.
Limite de provas por dia, espaçamento, feriados e datas travadas.
O Sino monta, a coordenação revisa e publica — e cada prova já leva a lista de estudo.
Um otimizador determinístico distribui as aulas segundo as regras da escola.
Sem solução, ele diz qual regra precisa ceder em vez de entregar uma grade ruim. Aqui não é a IA que decide: é cálculo, igual toda vez.
A prova é gerada, corrigida pela câmera, e o que o aluno errou vira estudo direcionado.
Para ele, não para a turma inteira.
O que a escola já usa entra como fonte. O trabalho de ler, checar, organizar e devolver ação acontece aqui — e cada limite está escrito.
Web instalável e app nas lojas. Um app por filho, uma cor por filho, tema claro e escuro.
O mesmo app, com o escopo do próprio aluno. Entrada por QR.
Painel próprio, papéis separados e trilha de auditoria em tudo que é sensível.
App próprio, criado pela escola. O professor nunca entra no painel da escola.
A escola não troca de sistema para usar o Sino. O que já existe entra como fonte — e a inteligência continua sendo do Sino.
A equipe do Sino conecta as turmas. Nada muda para professores e alunos no primeiro dia.
As integrações são entradas de dados. Ler, checar, organizar e devolver ação é trabalho do Sino.
Para a escola sem plataforma, o Sino é o sistema inteiro: a escola e o professor publicam, avaliam, comunicam e montam a grade aqui.
Esta é a decisão silenciosa de toda escola e todo responsável. Por isso, o acesso é mínimo e a página reflete exatamente como o produto funciona.
O acesso é isolado por família. Ninguém enxerga os dados de outra.
O responsável entra com e-mail e senha próprios, com verificação em duas etapas se quiser. O aluno não tem usuário nem senha: o acesso dele é liberado por um QR que o responsável gera e pode desconectar quando quiser.
Finalidade declarada, base legal declarada e o direito de pedir acesso, correção e exclusão pelo canal do encarregado. O que a lei manda guardar — os registros de auditoria — permanece, e a política diz exatamente o quê.
Pai de três filhos em idade escolar, o fundador vivia a cena que abre esta página: abrir uma plataforma atrás da outra, toda noite — e mesmo assim vivia perdendo prova e aviso importante.
Depois de 30 anos construindo software de missão crítica para marcas como Samsung, Stanley Black & Decker e Electrolux — e, mais recentemente, para fintechs e startups nos Estados Unidos e na Itália —, decidiu resolver essa dor em casa. O SINO (Sistema Integrado de Notificações e Organização) nasce dessa mesma disciplina de engenharia — a de sistemas que não podem falhar — aplicada a um problema que ele mesmo vive todos os dias, e que pode ser o mesmo que o seu.